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O Plano Diretor da cidade de Curitiba e sua importância para o mercado imobiliário

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O plano diretor, enquanto instrumento básico da política de desenvolvimento e de expansão urbana, viabiliza a conjugação de diversos interesses da sociedade organizada em um único instrumento, bem como reúne os principais instrumentos de ordenação territorial.

Com isso, esse instrumento de politica pública traz transparência pública em torno da intervenção do ente público no direito de propriedade. Igualmente, em relação ao posicionamento em relação a função social da propriedade urbana. Essa transparência também importa para o uso e na ocupação do solo da cidade.

Ademais, existem muitas outras legislações que afetam o mercado imobiliário, mas sem sombra de dúvida o plano diretor é uma das principais a considerar. Se o investidor imobiliário pretende aumentar as chances de acerto em seus investimentos imobiliários deve consultar o plano da cidade.

O Plano de um município reúne diversos instrumentos para ser utilizados no planejamento urbano. Essas alternativas de intervenção precisam ser entendidas nos seus conceitos e nas possibilidades de interferência no planejamento do mercado imobiliário.

Essas disposições podem afetar sobremaneira o planejamento de um empreendimento imobiliário. Isso, porque têm o poder de mudar, interferir, ampliar e modificar o modo como a cidade é ocupada.

Experiências municipais bem-sucedidas, por exemplo, na regulamentação de ZEIS (Zonas Especiais de Interesse Social), abrem novas fronteiras e possibilidades mercadológicas às áreas subjacentes.

Prevendo as mudanças das cidades o Estatuto da Cidade determinou a revisão periódica da lei que estabelecer o plano diretor. Essa revisão deverá ocorrer a cada 10 anos.

A Cidade de Curitiba teve seu plano diretor atualizado em 2015. Assim, a próxima atualização deverá ocorrer em 2025. Para consultar o seu teor acessar o seguinte link: Plano diretor de Curitiba-PR.